Assertividade = mídia programática 

Você consegue supor qual o grande trunfo da mídia programática? Se não faz ideia, a gente conta pra você: é a assertividade. Graças a ela, é possível criar anúncios com melhor performance, exibidos para o público certo, no momento mais oportuno. Em vez de pagar por uma exibição pouco eficiente, o anunciante acaba por investir em uma estratégia certeira, com grande impacto junto ao público-alvo do negócio.

A especialista em marketing digital e e-commerce, Sandra Turchi, explica como a mídia programática funciona e o alcance dela junto aos consumidores. “Trata-se de um sistema que se encarrega de agenciar espaços publicitários em diversos sites, levando em consideração hábitos e comportamentos do público que costuma acessar essas páginas. A web permite o acesso a esse tipo de dado, ajudando na exibição de anúncios mais dirigidos”, diz.

Se antigamente a publicidade era feita com base em negociações diretas, em que o anunciante contatava o veículo de mídia — seja um jornal ou revista — e comprava um espaço para exibir a publicidade desejada, de lá para cá muita coisa mudou. Esse modelo se sustentou por bastante tempo, mas logo as deficiências desse modelo se tornaram claras e outros tipos de mídia começaram a se mostrar mais eficientes.

Do ponto de vista de Sandra, um dos principais problemas apresentados pelo modelo antigo de publicidade era o desperdício de mão de obra envolvido. Segundo ela, os profissionais se envolviam demais em processos manuais, sacrificando a produtividade e a eficiência dos resultados. “Com uma demanda de tempo maior, a publicidade arrisca perder o timing estratégico. Outro problema dizia respeito ao público-alvo: nem sempre a audiência daquela revista correspondia exatamente a quem o anunciante buscava”, explica.

Para buscar a assertividade tão desejada pelos anunciantes, a mídia programática se vale do Big Data. “Hoje temos à disposição uma riqueza de dados e métricas que não possuíamos antes. É possível captar informações sobre a audiência e medir, com precisão, onde está o público-alvo de uma marca. Para a publicidade, trata-se de uma oportunidade valiosa para fazer negócio e obter melhores resultados”, acrescenta Sandra.

Big Data e a automação são os dois principais pilares que dão sustentação à mídia programática. Sandra lembra que toda a análise é feita por algoritmos que levam em consideração o público-alvo e as maneiras para conseguir impactá-lo. Por exemplo, se a audiência buscada de uma marca está em um portal específico, não faz sentido anunciar em uma página diferente, mesmo que essa tenha maior audiência. Em suma: audiência total não é tão importante quanto ter um público alinhado com os objetivos da marca.

Sandra explica que a mídia programática consegue realizar negociações em tempo real com outros algoritmos e gerar anúncios muito mais estratégicos e capazes de proporcionar resultados melhores. “Os espaços publicitários são selecionados em um esquema parecido com o de um leilão, de forma que a marca que oferece mais acaba entrando nesse espaço”, completa.

Segundo Sandra, a mídia programática abre uma oportunidade única para as marcas e conclui: “as empresas que embarcarem primeiro

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